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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Universo punk é retratado em exposição na Matilha Cultural

A exposição é uma representação itinerante do livro homônimo que Martin lançou em setembro de 2012, com fotos que, segundo ele, representam a melhor cena underground no mundo nesses quase 30 anos de vivência. Lançado pelo selo punk Make a Mess, o livro é composto por 250 páginas, traz imagens de todas as vertentes do cenário punk e conta com grandes ícones do movimento, entre eles, Fugazi, Operation Ivy, Dropedead.
Além da seleção de fotos que estão no livro, a exposição da Matilha Cultural conta com fotos inéditas feitas no Brasil, em eventos nas cidades de São Paulo e Curitiba. Martins Sorrondeguy estará na abertura e, no dia seguinte, 10, às 19h, participa de uma roda de conversa após a exibição do documentário “Beyond The Screams: A U.S. Latino Hardcore Punk Documentary”, que mostra a cena hardcore latina dentro dos Estados Unidos.
Também no dia da abertura, às 19h, haverá pocket show do trio Likso, que toca hardcore em um estilo cru e barulhento, e do quarteto feminino Ratka, que mescla psicodelia, experimentalismo e pós-punk.
Martin Sorrondeguy
Martin nasceu no Uruguai, mas foi morar com a família em Chicago, ainda criança, e começou a se envolver com a cena hardcore e punk-rock nos anos 1980. Ao acompanhar shows, acabou descobrindo uma nova paixão: a fotografia. A partir daí, passou a registrar apresentações de bandas de amigos e outros eventos relacionados ao movimento underground, com turnês por diversas partes do mundo.
Nos anos 1990, o fotógrafo também ganhou notoriedade com seus projeto musicais. Foi o fundador da banda Los Crudos, é nome de referência a assuntos relacionados ao hardcore que prega a cultura do “Faça você Mesmo“, além de ter sido vocalista da banda Limp Wrist, uma das principais bandas contemporânea de estilo Queercore, com temática totalmente GLS, com letras a favor dos homossexuais e contra qualquer tipo de preconceito

O que
Get Shot - Martin Sorrondeguy
Quando:
  • Ter 09/04
    • às 19:00
  • Qua 10/04
    • às 19:00
  • de 10/04 a 12/05
    • Terças, Quartas, Quintas, Sextas e Domingos das 12:00 às 20:00
    • Sábados das 14:00 às 20:00
Quanto
Grátis
Onde
Matilha Cultural
http://www.matilhacultural.com.br

Rua Rego Freitas, 542
República - Centro

(11) 3256-2636

Estação República (Metrô – Linha 3 Vermelha e Linha 4 Amarela)

 Fonte: Catraca Livre

quarta-feira, 13 de março de 2013

Filme "Good Vibrations"


Estréia no próximo dia 29 de março no Reino Unido o filme "Good Vibrations", que conta a história de Terri Hooley, considerado o "padrinho do punk" irlandês. Nos anos 1970, Terri abriu uma loja de discos em Belfast e logo se envolveu com a crescente cena punk do lugar, inclusive lançando bandas e singles, sendo o principal deles "Teenage Kicks" do Undertones.
Confira abaixo o trailer do filme. Caso ele se saia bem nas bilheterias inglesas, também terá distribuição nos EUA. Brasil, obviamente, sem previsão alguma.


Veja o trailer:


Fonte: Zona Punk

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Documentário sobre punks que viram pais - The Other F World


Um dos filmes sensação da última edição do festival de Sundance, The Other F Word.

O documentário de Andrea Blaugrund parte de uma premissa no mínimo curiosa: juntar várias figuras de relevo do mundo do punk, músicos que em palco nunca tiveram hesitações em usar o termo fuck, e respectivas variações. E pô-los a falar desse outro “F”, o da paternidade (fatherhood).

Como conjugar um estilo de vida intenso e provocante, com as exigências de uma criança? A resposta é dada por quem enfrentou o desafio. É assim que podemos ver Flea (Red Hot Chili Peppers), Mark Hoppus (Blink 182), Tim Mcilrath (Rise Against), Art Alexakis (Everclear), Ron "Chavo" Reyes (Black Flag), Lars Frederiksen (Rancid), Fat Mike (NOFX), Jim Lindberg (Pennywise), ou a super-estrela do skate, Tony Hawk, a falar do momento em que a chegada de um novo membro à família os obrigou a repensar a vida.

The Other F Word recebeu alguns elogios da crítica e do público na altura em que foi exibido no festival de Sundance. Entretanto, tem sido exibido em algumas cidades norte-americanas. Actualmente pode ser adquirido no iTunes e é pouco provável que venha e estrear-se no mercado nacional – embora haja sempre a possibilidade de algum festival de cinema do género o tentar trazer até nós.

Veja o Trailer:
  


Fonte: R7, Vousair.com

terça-feira, 10 de abril de 2012

The Damned no Brasil


 The Damned é uma banda britânica de punk rock e rock gótico formada em Londres em 1976. Foram uma das primeiras bandas punk do Reino Unido a lançar um compacto ("New Rose"), a lançar um álbum (Damned Damned Damned) e a realizar turnê pelos Estados Unidos. são considerados um dos fundadores do rock gótico.
A banda incorporou diversos estilos diferentes em sua música e imagem, como o rock de garagem, o rock psicodélico e o estilo cabaré. O estilo vocal de Vanian foi descrito como similar a um cantor tal como Frank Sinatra, algo incomum para o punk rock.
Através do tempo, a banda dissolveu-se várias vezes, mantendo somente o vocalista Dave Vanian e Captain Sensible como os membros constante.


No dia 12 de abril, o Clash Club recebe a seminal banda de punk rock e rock gótico The Damned, em sua turnê de 35º aniversário.

Data: Quinta-feira, 12 de abril de 2012
Local: Clash Club
Endereço: R. Barra Funda, 969
Abertura da casa: 20h30
Horário previsto do show: 22h

Ingressos:
Normal: R$200,00 ouPromoção: R$100,00 + 1kg de alimento

Camarote pista: R$300,00 ou R$150,00 + 1kg de alimento
Camarote mezanino (até 10 pessoas por camarote): R$1.500,00

quarta-feira, 21 de março de 2012

Festival Fim do Mundo, Enfim


Há 30 anos, o fim do mundo teve começo. No centro do vortex luminoso – criado pela música disco – surgia uma mancha monocromática, escura e insatisfeita com toda a apatia social, cultural e musical. Naquele ano, não se via mais as calças “boca de sino” desfilando pelas ruas. Desta vez, as vestimentas eram surradas, com alfinetes perfurando o pano.

O topete tinha sido confiscado e em seu lugar, espetos coloridos, cabeças raspadas e jaquetas de couro. Do Largo São Bento, no centro de São Paulo, até o ABC, uma nova leva de jovens movidos pela contracultura lotou o Sesc Pompeia no maior festival punk do país. Em 1982, “O Começo do Fim do Mundo” e agora, em 2012, “O Fim do Mundo, Enfim”.
Nos dias  29, 30, 31 de março e 1º de abril, sempre às 21h30, o Sesc Pompeia sediará mais um apocalipse musical: o ”Fim do Mundo, Enfim”, que reúne 14 bandas de punk rock da velha e da nova escola. A entrada é até R$ 16.


“Na época, foi um dos maiores festivais punks do mundo”, lembra Clemente, vocalista da banda Inocentes, um dos grupos pioneiros, que tocou na primeira edição e volta a se apresentar neste mês. O evento permitiu que os punks paulistanos tocassem seu som para um grande público, que reunia desde adeptos à ideologia quanto os interessados em conhecer aquela cultura essencialmente urbana. Outro fato inédito ocorrido foi o encontro das tribos de São Paulo com as do ABC, até então rivais.
Escritor e dramaturgo brasileiro, Antônio Bivar, estava prestes a lançar seu livro “O que é Punk” e foi quem teve a ideia de organizar o festival no Sesc Pompeia, inaugurado no mesmo ano (1982). “[O festival] trouxe uma visibilidade gigantesca, não só no Brasil mas no mundo. Saiu na revista Veja, Folha de São Paulo, todos os veículos importante cobriram o evento, exceto a Globo que foi expulsa pelos punks”, ressalta Clemente.
No documentário “Botinada”, dirigido por Gastão Moreira, a aversão que os punks criaram pela Rede Globo de Televisão surgiu a partir de uma matéria feita para o programa Fantástico, onde uma repórter supostamente distorceu as respostas dos entrevistados e com isso acabou difamando o estilo musical e sua ideologia. A partir desse episódio, o punk no Brasil foi marginalizado.

Com a passagem do tempo, o contexto que envolvia o movimento punk brasileiro mudou e, com isso, muitos dos impasses combatidos pelos jovens deixaram de existir. “Acabou a ditadura, nosso inimigo mais tradicional [risos]. Bem hoje pode se falar em cena e não mais em movimento como antigamente, são vários grupos, bandas que às vezes divergem de algumas coisas, mas mantêm a cena forte e ativa”, enfatiza. Para esta nova edição, Clemente aposta no básico, porém essencial: ” Bons shows e rock feito com o honestidade, coisa rara nos dias de hoje”.
Confira a programação do “Fim do mundo, enfim”:

 Festival O Fim do Mundo, Enfim
Local: Sesc Pompéia: Rua Clélia, 93 Poméia São Paulo- SP
Programação:
Inocentes, Devotos e Os Excluídos
Dia 29/03 Quinta, às 21h30
Garotos Podres, Attaque 77 (ARG) e Flicts
Dia 30/03 Sexta, às 21h30 
Ratos de Porão, Invasores de Cérebros e Questions
Dia 31/03 Sábado, às 21h30
Cólera, Olho Seco, Agrotóxico, Restos de Nada, Condutores de Cadáver e Lixomania
Dia 01/04 Domingo, às 14h
Entrada: R$ 4,00 à R$ 16,00
Domingo: grátis

 Fonte: Catraca Livre

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Forma de Protestar mudou ?

Muito se vê falar que se existem assuntos que geram revolta das pessoas, de políticos que roubam cada vez mais, e como estamos sabendo disso hoje em dia? Através de redes sociais e blogs como este... Mas eu pergunto: O protesto pela internet é a nova forma de protestar?

Na minha opinião vejo isso como uma forma de divulgar com velocidade as informações, hoje você sabe rapidamente no sudeste o que fez um político no nordeste do país, ou o que acontece no Oriente Médio. Mas ainda que ela ajude a tornar de conhecimento nacional ou internacional um caso, nada substitui as pessoas mostrarem as caras nas ruas exigindo seus direitos. Existem sites como o Avaaz.org que transforma a internet em uma ferramenta de divulgação, sem substituir a passeata( Nesse site se divulgou mundialmente os casos: Belo Monte e a Homofobia de Bolsonaro), mas ele serve como o estopim para o protesto que deve ser chocante e não "fingir que incomoda".

Em resumo: A forma de se protestar não mudou, mas ganhou novas ferramentas de comunicação e divulgação. Eles que se cuidem porque estamos mais espertos,só falta a essa geração a vontade de nossos antepassados que sofriam com a repressão, a censura e a ditadura. Tá tão fácil hoje... Vamos fazer corpo mole???

Até mais

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Show do The Boys!

Comemorando o aniversário da Web Rockers, pela primeira vez no Brasil a banda inglesa The Boys. Formada em 1975 das cinzas de uma lendária banda seminal punk de Londres chamada London SS, o The Boys é considerado pela crítica especializada como os "Beatles" do punk rock!

Para o show de abertura o "one man show" Ed Tudor Pole, que teve uma passagem rápida pelo Sex Pistols, produzindo momentos memoráveis, como sua performance no filme "The Great Rock & Roll Swindle", cantando a faixa título do disco e também a música "Who Killed Bambi". Em 1978 montou sua própria banda Ten Pole Tudor, emplacando várias músicas na parada inglesa, dentre elas "Wunderbar" e "Swords of a Thousand Men".

THE BOYS (UK)
Show Especial de Abertura: ED TUDOR POLE (UK)
Dia: 15/04/2011 (sexta-feira) - a partir das 20hrs
*The Boys no palco pontualmente às 21h30!
Local: Clash Club – Rua Barra Funda, 969
Info: (11) 3661-1500 - www.clashclub.com.br

Ingressos:
R$ 60 - pista (preço promo antecipado)
R$ 40 - pista (meia-entrada para estudantes)
R$ 100– camarote lateral (apenas no Ticket Brasil)

Pontos de venda de ingressos antecipados:
Flame Store - Tel: 3224-8916
London Calling - Tel: 3223-5300
Sick'n'Silly Rock Store - Tel: 3081-7508
Sick'n'Silly Rock & Tattoo Store - Tel: 3081-3899

Venda oficial de ingressos online:
www.ticketbrasil.com.br



Vídeo "Sick on You" : http://www.youtube.com/watch?v=p0gDjsgQHK4